auto_awesome Traduzir do: Inglês 173 VIOLENCIA LETAL CONTRA PERSONAS LGBTI+: UN ANÁLISIS DE CASOS OFICIALES DEL OBSERVATORIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS LGBTI+ DEL ESTADO DE MARANHÃO – BRASIL ENTRE 2020 Y 2022
UMA APRESENTAÇÃO DOS CASOS OFICIAIS DA VIOLÊNCIA LETAL CONTRA PESSOAS LGBTI+ NO ESTADO DO MARANHÃO – BRASIL
Palabras clave:
69 Violencia letal; Homofobia y transfobia; Recopilación de datos; Orden social.Resumen
Este artículo tiene como objetivo presentar, de forma sistemática y con el apoyo de modelos estadísticos, la distribución socioespacial de la violencia letal motivada por la lesbo-homo-transfobia en el estado de Maranhão, de 2020 a 2022. Con base en datos producidos y sistematizados por el Observatorio de Políticas Públicas LGBTI+ de Maranhão, institución responsable de organizar y generar indicadores sobre este fenómeno, el estudio busca comprender cómo la producción colonial de género, como orden social contemporáneo, opera en el mantenimiento de las jerarquías corporales. Este orden, anclado en el determinismo biológico, confiere privilegios de existencia a los cuerpos cisheteronormativos, mientras que los cuerpos LGBTI+ que no se ajustan a los patrones dominantes son históricamente vulnerados y, en diversos contextos, relegados a la muerte. Los resultados obtenidos mediante el mapeo socioespacial identifican las zonas con mayor concentración de delitos letales y permiten contextualizar los territorios afectados, considerando variables como el municipio/lugar del delito, el perfil de la víctima en cuanto a sexualidad/orientación sexual e identidad de género, el grupo de edad, la raza/color declarado, así como la motivación predominante y los métodos empleados en la ejecución de los delitos. La investigación se caracteriza por ser exploratoria-descriptiva, de naturaleza bibliográfica y documental, adoptando un enfoque cualitativo-cuantitativo que integra el análisis estadístico, la interpretación crítica de los datos y la reflexión teórico-conceptual.
Citas
BENTO, Berenice. A reinvenção do corpo: sexualidade e gênero na experiência transexual. Rio de Janeiro: Garamond, 2006.
BERGER, Peter L. Perspectivas sociológicas. Petrópolis: Vozes, 1986. 202 p.
BRASIL, Conselho nacional de combate à discriminação. Brasil sem homofobia: Programa de combate à violência e à discriminação contra GLTB e promoção da cidadania homossexual. Brasília: Ministério da Saúde, 2025. Disponível em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/brasil_sem_homofobia.pdf. Acesso em 10 out. 2025.
BUTLER, Judith P. Vida precaria: el poder del duelo y la violência. Buenos Aires, Paidós, 2009. [Tradução de Fermín Rodriguez]
BUTLER, Judith P. Quadros de guerra: quando a vida é passível de luto?. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018.
BUTLER, Judith. Sin Miedo: formas de resistencia a la violencia de hoy. 1ª Ed. em formato digital [Ebook Kindle]. Barcelona: Penguin Random House Grupo Editorial, 2020.
CARRARA, Sérgio. Políticas e direitos sexuais no Brasil contemporâneo. Rio de Janeiro: CLAM/IMS/UERJ, 2010.
CELLARD, A. A análise documental. In: POUPART, J. et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis:Vozes, 2008.
FACCHINI, Regina. Sopa de letrinhas? Movimento homossexual e produção de identidades coletivas nos anos 1990. Rio de Janeiro: Garamond, 2005.
FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade I: A Vontade de Saber; tradução de Maria Thereza da Costa Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque. 14. ed. – Rio de Janeiro: Edições Graal, 1988.
LAURETIS, Teresa de. A tecnologia do gênero. In: HOLANDA, Heloísa Buarque de (org.). Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994, p. 206-242.
GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afrolatinoamericano. Rio de Janeiro : Ed. Zahar, 2020.
LUGONES, María. (2014). Rumo a um feminismo descolonial. Revista Estudos Feministas, CFH/CCE/UFSC, vol. 22, n. 3, p.935-952.
LUGONES, María. (2008). “The coloniality of gender”, in Worlds and knowledges otherwise. Duke University. Disponível em: <https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-1-137- 38273-3_2>. Acesso em: 10 jun. 2024.
MBEMBE, Achille. Necropolítica: biopoder, soberania, estado de exceção, política da morte. Tradução de Renata Santini. São Paulo: N-1 Edições, 2018.
MENEZES, M. S. Violência contra a diversidade sexual e de gênero em Sergipe: uma análise dos registros oficiais da Secretaria de Segurança Pública entre os anos de 2015 e 2018. 2021. 395 f. Tese (Doutorado em Serviço Social) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.54771. Acesso em: 7 dez. 2025.
MIGNOLO, Walter D. Histórias Locais/Projetos Globais: Colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. Tradução de Solange Ribeiro de Oliveira. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2020.
MOTT, Luiz; OLIVEIRA, José Marcelo Domingos de (org.). Mortes violentas de LGBT+ no Brasil: relatório 2021. 1. ed. Salvador: Editora Grupo Gay da Bahia, 2022.
MOTT, Luiz; MICHELS, Eduardo; PAULINHO. Mortes Violentas de LGBT No Brasil: Relatório 2017. Bahia: Grupo Gay Da Bahia – GGB, 2018.
OBSERVATÓRIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS LGBTI+ DO MARANHÃO. Boletim nº 001/2020. Boletim da violência letal da população LGBTI+ no Maranhão em 2020. São Luís: Observatório de Políticas Públicas LGBTI+ do Maranhão, 2020.
OBSERVATÓRIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS LGBTI+ DO MARANHÃO. Boletim nº 001/2021. Boletim da violência letal da população LGBTI+ no Maranhão em 2021. São Luís: Observatório de Políticas Públicas LGBTI+ do Maranhão, 2021.
OBSERVATÓRIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS LGBTI+ DO MARANHÃO. Boletim nº 001/2022. Boletim da violência letal da população LGBTI+ no Maranhão em 2022. São Luís: Observatório de Políticas Públicas LGBTI+ do Maranhão, 2022.
SIMÕES, Júlio Assis; FACCHINI, Regina. Na trilha do arco-íris: do movimento homossexual ao LGBT. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2009.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Memória LGBT

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.

