As grafias de mulheres negras como construtoras de narrativas imagéticas das memórias afrodiaspóricas

Autores/as

Palabras clave:

Museologia, literatura negra, mulheres negras, descolonização, resistência

Resumen

O diálogo sobre a Museologia e os museus no Brasil revela a falta de epistemologias antissexistas e antirracistas, apesar da significativa presença feminina. O II Seminário Brasileiro de Museus, Memória e Museologia LGBT+ Feminista é vital para expandir as perspectivas na Museologia. A autora destaca a importância das literaturas de mulheres negras como resistência e forma de autonomia, confrontando a invisibilidade de suas vozes. As obras literárias oferecem novas narrativas que desafiam a representação da população negra, propondo uma descolonização do pensamento e da prática museológica, além de promoverem cura e políticas de amor.

Biografía del autor/a

Luzia Gomes Ferreira, Universidade Federal do Pará

Poeta, Docente do Bacharelado em Museologia da Universidade Federal do Pará

Publicado

2024-09-26

Cómo citar

Ferreira, L. G. (2024). As grafias de mulheres negras como construtoras de narrativas imagéticas das memórias afrodiaspóricas. Revista Memória LGBT, 6(01), 42–51. Recuperado a partir de https://www.revista.memoriaslgbt.com/index.php/ojs/article/view/53

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