Corpo, casa de memória! dançamos para não esquecer?

Autores/as

Palabras clave:

Dança Negra, corpo, ancestralidade, racismo estrutural, afrodiáspora

Resumen

Este texto reflete sobre o corpo como um espaço de saberes ancestrais, culturais e históricos, enfatizando as Danças Negras como formas de resistência e memória na diáspora africana. A dança é abordada como uma ferramenta de conexão entre passado, presente e futuro, onde corpos negros manifestam suas histórias e lutas contra o racismo estrutural. O texto destaca a importância de resgatar e valorizar as danças negras como parte de uma cosmovisão afrocentrada, que reafirma a identidade e a ancestralidade em um contexto de opressões e exclusões históricas.

Biografía del autor/a

Bruno de Jesus, Universidade Federal da Bahia

Artista, educador e pesquisador da dança. Mestre em Dança pelo PPGDANÇA UFBA. Docente Temporário da Escola de Dança UFBA. Pesquisa as culturas e danças negras em diáspora. Fundador da Experimentando‑ NUS Cia. de Dança. Idealizador e programador do EPA! Encontro Nacional Periférico de Artes. Diretor do documentário RAIMUNDOS: Mestre King e as figuras masculinas da dança na Bahia

Publicado

2021-11-20

Cómo citar

Jesus, B. de. (2021). Corpo, casa de memória! dançamos para não esquecer?. Revista Memória LGBT, 6(02), 45–52. Recuperado a partir de https://www.revista.memoriaslgbt.com/index.php/ojs/article/view/60

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