Criar para não sumir: a arte de rua como política nas vidas trans e travestis
Estudo teórico-poético em primeira pessoa sobre cultura, periferia e resistência
Palavras-chave:
arte de rua, pessoas trans, travestis, periferia, cultura, resistênciaResumo
Este trabalho, escrito em primeira pessoa, nasce da observação e da vivência de quem entende a arte como ferramenta de sobrevivência e transformação. Inspirado pela trajetória do autor, homem trans, periférico, poeta e MC, este estudo teórico e poético percorre as ruas, vielas e palcos improvisados das cidades para compreender como as expressões culturais urbanas, o slam, o rap, o funk, o samba, o vogue, o circo, a dança, a capoeira e as rodas de conversa, se tornam manifestos vivos de resistência. A partir de experiências diretas em espaços como o Slam das Minas, o TransCineClube, o Palco da Vida e a Casa 1, a narrativa articula teoria e prática para refletir sobre como a arte cria redes de afeto e pertencimento entre pessoas trans, travestis, negras e periféricas. Conclui-se que a cultura não apenas narra vidas, mas as sustenta. Mais do que estética, ela é política, uma forma de gestão da própria existência, justamente o que o Estado insiste em negar.
Referências
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